sábado, 15 de maio de 2010
Gossip Girl: Ex-Husbands and Wives
Quando nós, telespectadores, descobrimos o plano de William no episódio anterior, ficou muito previsível o que aconteceria. Jenny e Chuck descobririam a verdade e o desmascarariam em uma festa super badalada, onde estaria toda Upper East Side, mas a forma como essa trama se desenrolou foi muito melhor e conseguiu me surpreender, bem ao estilo das primeiras temporadas.
Se a coisa não tinha terminado bem pro Rufos no episódio passado, nesse, ficou bem pior. A vizinha com quem ele supostamente teve um caso já começou o episódio revelando, pra toda a família, que ela e Rufos tiveram um caso, deixando as coisas bem tensas. E Serena não ajudou em nada, me lembrando até da Jenny da primeira temporada, querendo o pai e a mãe juntos. Afinal, não podemos culpá-la por querer uma utopia familiar. Aliás, gostei bem mais da Serena egoísta e chatinha do que a politicamente correta que na prática é muito mais chata. Mas o melhor foi ver a personagem quebrando a cara no final. Não é por nada, não, mas ela tava muito “garota perfeita” nesses últimos episódios.
Serena andou meu antipática nessa temporada, mas nesse episódio voltou a ser a “queridinha da galera”, porque o arco formado entorno de seu pai deu alguma profundidade à personagem. Serena feliz nunca deu muito certo. Pois é, pra mim, protagonista tem que sofrer quase que eternamente. Ora, felicidade não dá primeira página, ou seria post no Gossip Girl? Mas no fim, ela conseguiu tudo, quase tudo, que queria: saber que seu pai a ama, o que eu acho legal, afinal, não estamos vendo uma novela mexicana em que filhos odeiam país, juram vingança, etc. William Van der Woodsen é um canalha, mas fez suas canalhices por "amor" a sua família.
Então, o grupo de maquinações se formou para salvar o casamento Humphrey + Van der Woodsen, assim como vem acontecendo em season finales, desde o que foi o melhor arco da série, a primeira aparição de Georgina. Mas, agora, as posições se inverteram desde aquela primeira temporada. Serena sai e entra Dan, que está ótimo sem a Vanessa. E aquela graça, que eu disse que o personagem tinha a principio e a estava perdendo, voltou, já que ele também voltou a se envolver nas intrigas de Upper East Side. Gosto do Dan, afinal, ele é o único nerd da série, mas que o cara tava chato, tava. E no lugar da Georgina, entra William Van der Woodsen. Ah, sem falar de Jenny como freelancer.
Blair e Chuck estão em suas melhores formas, mostrando que o termino do casal veio a calhar. Chuck formou uma dupla muito boa com
Jenny mostrou que está amadurecendo e já não se importa em ser rainha da escola, com roupas de luxo, etc (outra regra de final de temporada), o típico “era feliz e não sabia”. É, mas agora é tarde para voltar a ser a pequena J. O que restou mesmo à loirinha foi morar com Nate, que coincidentemente foi largado por Serena por... não sei. Acho que foi por tédio mesmo. Todo o carisma que a personagem estava perdendo na terceira temporada, nesse episódio, começou a voltar.
Na cena da limusine, onde o grupinho de espiões, formado por Blair, Chuck, Nate e Dan, está “revisando” o plano do pai da Serena, ou melhor, o explicando para nós, sérvio para que os escritores de alguma forma se redimissem pelos seus tropeços cometidos ao longo da temporada. Gostei como esse arco se fechou. Pensando que poderia ser muito pior, conseguiu superar o final da temporada anterior.
No final, o grupo comandado por Bluck consegue fazer com que Will fuja, com medo de ser preso, e a máscara dele, junto com o queixo de Serena, caia. Quem lembrou de algum romance antigo de máfia, com aquele final no heliporto, por favor, levante a mão. 0/ Pois é, foi um final triste e feliz ao mesmo tempo. Afinal, o pai que estava indo embora foi o que nunca esteve presente (assim como a
Que venha a season finale!
XOXO


0 comentários:
Postar um comentário